Mídia paga · Remarketing
Remarketing parece barato. A pergunta é quanto dele é venda nova
Quem já visitou o site converte mais, com ou sem anúncio. Conduzimos o remarketing para medir e pagar apenas pela diferença que ele faz.
O que está incluído
Remarketing com públicos por intenção, exclusões firmes e teste que separa venda nova de venda que viria sozinha.
Arquitetura de públicos
Listas por página visitada, profundidade de navegação, carrinho, tempo desde a visita e base de clientes, em Google Ads e Meta Ads.
Regras de exclusão
Compradores recentes, clientes ativos e contatos já em negociação saem das campanhas de aquisição e de remarketing.
Frequência e janelas
Limites de exibição e duração de cada público definidos pelo ciclo de compra real do seu produto.
Teste de incrementalidade
Grupos de controle ou testes de lift nas plataformas para medir quanto da venda o remarketing realmente acrescenta.
Onde o problema costuma estar em campanhas de remarketing
No crédito. O remarketing aparece no relatório com o menor custo por venda da conta. Parte desse número é real. Outra parte é gente que já ia voltar e comprar, e que viu um anúncio no caminho. Quando a verba de remarketing cresce com base nesse número, a empresa passa a pagar por vendas que já tinha.
Na mistura. Uma lista única com todos os visitantes dos últimos 180 dias junta quem viu a página inicial por engano e quem abandonou o carrinho ontem. Os dois recebem o mesmo anúncio e o mesmo lance. Separar por intenção e recência é o que dá sentido à mensagem e à verba.
No excesso. Anúncio repetido muitas vezes por dia, para quem já comprou, desgasta a marca. Exclusões desatualizadas e ausência de limite de frequência são os sintomas mais comuns, e também os mais fáceis de corrigir.
Como funciona
Mapa de sinais
Identificamos quais ações no site e nas redes indicam intenção real de compra.
Tags e consentimento
Revisamos tags, eventos e o modo de consentimento, para que as listas respeitem a escolha do visitante.
Públicos e exclusões
Criamos listas por intenção e recência e as regras de exclusão de clientes.
Mensagens por etapa
Definimos peças e ofertas diferentes para cada público, com limite de frequência.
Teste incremental
Medimos a diferença entre quem viu e quem não viu o anúncio e ajustamos a verba.
Para quem é
Encaixa
E-commerces, empresas de serviço com formulário ou WhatsApp e negócios B2B com ciclo de decisão de semanas ou meses. Operações com tráfego suficiente para formar listas úteis e alguma verba já investida em aquisição.
Encaixa muito bem
Lojas com catálogo e carrinho, onde o remarketing dinâmico mostra o produto visto, e empresas com base de clientes própria para reativação e venda cruzada. Também encaixa muito bem quando a verba de remarketing já é relevante e ninguém sabe quanto dela é incremental.
Não encaixa
Não encaixa para sites com pouco tráfego: as listas demoram a se formar e o volume não sustenta decisão. Nesse caso, o primeiro passo é aquisição, por meio de Google Ads ou Meta Ads, com o remarketing entrando depois.
Erros que corrigimos primeiro
- Confiar no custo por venda do relatório. Sem grupo de controle, não dá para saber quanto do resultado viria sem anúncio.
- Uma lista para todos os visitantes. Intenções diferentes recebem a mesma mensagem e o mesmo lance.
- Compradores sem exclusão. Quem acabou de comprar continua vendo o anúncio do mesmo produto.
- Janela maior que o ciclo de compra. Anunciar por meses para um produto decidido em dias gasta verba com quem já desistiu ou já comprou.
- Tags sem consentimento. Listas formadas sem respeitar a escolha do visitante criam risco à luz da LGPD.
Bom remarketing aparece menos no relatório e mais no caixa.
Como medimos e reportamos
Além do custo por conversão atribuído, medimos a venda incremental com grupos de controle ou estudos de lift das plataformas, quando o volume permite. Acompanhamos frequência média, tamanho de cada lista e a participação do remarketing no total de vendas.
Você recebe painel atualizado, relatório mensal com resultado por público e a leitura do último teste incremental, e uma reunião para decidir se a verba de remarketing deve crescer, diminuir ou mudar de público.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre remarketing e retargeting?
Na prática, nenhuma. Remarketing é o termo usado pelo Google, e retargeting é o mais comum no mercado internacional e nas ferramentas da Meta. Os dois descrevem anúncios exibidos para quem já teve contato com a marca. Algumas pessoas usam remarketing também para ações por e-mail com a base de clientes, mas, em mídia paga, os termos são equivalentes e tratados da mesma forma na gestão.
Quantos visitantes preciso para fazer remarketing no Google Ads?
O Google Ads exige um mínimo de 100 usuários ativos nos últimos 30 dias para veicular anúncios a uma lista, regra que hoje vale para Pesquisa, YouTube e demais redes. Abaixo disso, a lista existe mas não é usada. Na Meta, o público personalizado também precisa de volume mínimo para entregar com estabilidade. Sites com pouco tráfego demoram a acumular listas úteis, e nesse caso a aquisição vem primeiro.
Remarketing incomoda o cliente?
Pode incomodar, quando mal configurado. Anúncio repetido muitas vezes por dia, ou exibido para quem já comprou, desgasta a marca. Por isso definimos limites de frequência, janelas compatíveis com o ciclo de compra e exclusões de clientes atualizadas. Também variamos as peças por etapa, para que quem voltou ao site várias vezes veja argumentos diferentes, não o mesmo banner repetido.
O remarketing precisa de consentimento de cookies?
O remarketing usa tags que identificam visitantes, e isso envolve dados pessoais sob a LGPD. Quando o site tem banner de consentimento, as tags devem respeitar a escolha do visitante. No ecossistema Google, o modo de consentimento ajusta o comportamento das tags conforme a permissão dada. Revisamos essa configuração junto com a criação das listas, para que o remarketing funcione dentro das regras de privacidade adotadas pela empresa.