Mídia paga · YouTube Ads
YouTube Ads se mede pelo que o vídeo muda depois, não só no clique
Pouca gente clica num anúncio em vídeo. Muita gente busca a marca dias depois. Conduzimos o YouTube com formato, público e medição pensados para esse intervalo.
O que está incluído
Vídeo no YouTube com formato escolhido pelo objetivo e medição que não depende só do último clique.
Estratégia de formato
Pulável, não pulável, bumper, in-feed e Shorts escolhidos conforme o objetivo, a peça disponível e a fase do funil.
Campanhas de vídeo e Demand Gen
Campanhas de vídeo para alcance e consideração, Demand Gen quando a meta é conversão. Cada uma com verba e régua próprias.
Segmentação e exclusões
Públicos por intenção de busca, listas próprias, remarketing de visualizadores e exclusão de canais e conteúdos que não combinam com a marca.
Direção de peças
Orientação de roteiro para os primeiros segundos e adaptação de vídeos existentes para cada formato e proporção.
Onde o problema costuma estar em contas de YouTube Ads
Na régua. Quem avalia vídeo pelo custo por clique conclui que o YouTube não funciona e desliga a campanha. O efeito do vídeo costuma aparecer em outro lugar: buscas pela marca, visitas diretas, conversões dias depois. Sem medir esse intervalo, a decisão é tomada com metade da informação.
Na peça. Um comercial de TV reaproveitado guarda a marca e a oferta para o fim. No YouTube, a maior parte das pessoas decide nos primeiros segundos se continua assistindo. Marca, problema e promessa precisam aparecer antes do botão de pular.
No inventário. Sem exclusões, o anúncio aparece em canais infantis, conteúdo irrelevante ou aplicativos de baixa qualidade. A visualização é barata e não serve para nada. Revisar onde os anúncios foram exibidos faz parte da rotina, não da auditoria anual.
Como funciona
Objetivo
Definimos se a campanha é de alcance, consideração ou conversão, e como cada um será medido.
Peças
Avaliamos o material existente e orientamos roteiro e cortes para cada formato.
Estrutura
Montamos campanhas de vídeo ou Demand Gen com públicos e exclusões definidos.
Otimização
Lemos retenção, custo por visualização, posicionamentos e conversões toda semana.
Leitura de efeito
Cruzamos o período da campanha com buscas pela marca e conversões em outros canais.
Para quem é
Encaixa
Empresas que já produzem vídeo ou têm capacidade de produzir, e que vendem algo que precisa ser explicado ou demonstrado: tecnologia, educação, saúde, serviços de alto valor e produtos com diferencial técnico.
Encaixa muito bem
Operações que já têm Google Ads de pesquisa funcionando e querem aumentar a demanda que chega à busca. O YouTube alimenta o topo, a pesquisa captura, e a leitura conjunta mostra o efeito de um sobre o outro.
Não encaixa
Não encaixa para quem não tem vídeo nem verba para produzir, ou para quem precisa de retorno direto no primeiro mês com verba pequena. Nesses casos, Google Ads de pesquisa costuma ser o ponto de partida.
Erros que corrigimos primeiro
- Julgar vídeo pelo clique. A maior parte do efeito do YouTube não passa por clique no anúncio. Medir só isso subestima o canal.
- Marca no último segundo. Se a pessoa pula aos cinco segundos sem ver a marca, a impressão não deixou nada.
- Um vídeo para todos os formatos. Horizontal de 60 segundos não funciona em Shorts. Cada formato pede corte e proporção próprios.
- Sem exclusão de posicionamentos. Visualizações baratas em canais irrelevantes inflam o volume e não geram efeito.
- Esperar conversão de campanha de alcance. Campanha de alcance e campanha de conversão têm metas e réguas diferentes. Misturar as duas confunde a decisão.
Vídeo bem medido costuma mostrar mais valor do que o relatório de último clique sugere.
Como medimos e reportamos
Medimos taxa de visualização, retenção por quartil e custo por visualização como diagnóstico da peça. Para resultado, acompanhamos conversões após visualização engajada, volume de buscas pela marca no período e, quando a verba permite, estudos de impacto na marca oferecidos pelo próprio Google.
Você recebe painel atualizado, relatório mensal com a leitura de cada peça e dos posicionamentos, e uma reunião para decidir cortes, novas versões e a verba do mês seguinte.
Perguntas frequentes
Quanto custa anunciar no YouTube?
No formato pulável, você paga quando a pessoa assiste 30 segundos, o vídeo inteiro se for mais curto, ou interage. Nos formatos não puláveis e nos bumpers, a cobrança é por mil impressões. O valor varia por segmentação e concorrência. A verba de mídia é paga direto ao Google, separada dos honorários de gestão, que dependem do número de campanhas, formatos e da necessidade de adaptar peças. No diagnóstico, estimamos a verba necessária para o objetivo definido.
Preciso ter um canal no YouTube para anunciar?
Sim. O vídeo do anúncio precisa estar hospedado em um canal do YouTube vinculado à conta do Google Ads. Ele pode ser publicado como não listado, sem aparecer para quem visita o canal. Ainda assim, um canal organizado ajuda: parte das pessoas que veem o anúncio procura a marca no próprio YouTube, e encontrar conteúdo coerente reforça a decisão.
Anúncio no YouTube gera venda ou só reconhecimento?
Os dois, conforme a estrutura. Campanhas de vídeo com objetivo de alcance constroem lembrança e aumentam buscas pela marca. Campanhas Demand Gen, que substituíram as antigas campanhas de ação em vídeo, otimizam para conversão e funcionam bem com remarketing de quem já visitou o site. Na maioria das contas, o YouTube contribui mais para a venda do que mostra o relatório de último clique, por isso avaliamos o canal junto com a pesquisa.
Qual a duração ideal de um anúncio no YouTube?
Depende do formato. Bumpers têm até seis segundos. Não puláveis padrão ficam até 15 segundos, e versões de 30 segundos existem em TV conectada. Puláveis não têm limite rígido, mas o que decide o resultado é a retenção dos primeiros segundos, não a duração total. Para conversão, peças entre 15 e 60 segundos costumam ser o ponto de partida, sempre com marca e oferta logo no início.